25/08/08

Dois times: Um com o JH, outro sem ele



Acho que depois de tantas análises e comentários dos torcedores a respeito do empate de ontem, os botafoguenses só têm uma certeza: Jorge Henrique é titular indiscutível do time.

Sem o "motorzinho" em campo, o grupo sente a ausência no ataque, no meio e até na defesa. Ah, e isso pelo lado direito e esquerdo.

É claro, o Jorge Henrique tem um sério problema com as finalizações, mas eu penso que existem jogadores que compensam com outras qualidades. E no caso do baixinho, chega a ser surpreendente a falta que faz para o Botafogo, um atacante que não tem costume de marcar muitos gols.

Não sei se o Ney Franco escalará a força máxima contra o Atlético, mas o Jorge Henrique está mais do que escalado para o próximo sábado, diante do Náutico.

Os botafoguenses agradecem...
...e torcem para que ele pare de levar cartões bobos, afinal, o GLORIOSO não tem substituto à altura.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Diz aí, Fábio (11)



Boa rodada, resultado amargo

Era querer demais que a Portuguesa tirasse algum ponto do Palmeiras em São Paulo. Fora esse jogo, os demais resultados vieram a calhar para o Botafogo, o que torna ainda mais lamentável o gol sofrido pelo triste time do Vasco aos 44 minutos do segundo tempo, em uma bobeira que não pode mais acontecer.

Mas que não aconteceu à toa. O gol só foi o de empate porque perdemos chances (poucas, é verdade) de matar o jogo. Também porque Lúcio Flávio, que foi irritante ontem, perdeu uma bola de forma infantil no meio de campo e, na seqüência, Triguinho cometeu uma falta absolutamente desnecessária, que originou o lance do gol vascaíno. Outra razão, e que o Rodrigo explicou bem no texto de ontem, é que o time parecia confiar demais na sorte que nos vinha nos acompanhando.

Se esse empate brochante servir como uma tapa na cara do grupo, e evitar que isso volte a ocorrer, pelo menos terá sido válido.

Não quero tocar a corneta no volume máximo, porque nunca é demais lembrar que estamos em quarto colocado, mas penso que o time poderia melhorar ainda mais.

Por exemplo, já falei várias vezes para o dono do blog que não gosto do Triguinho. Não daquele do São Caetano, vice campeão da América, mas desse daí que erra passes ridículos, não acerta os cruzamentos e, apesar de atuar quase como um terceiro zagueiro, toma bolas nas costas de forma inaceitável, sem contar as faltas bobas que comete. Se pudéssemos contar com o Luciano Almeida do primeiro semestre de 2007, gostaria muito. Mas, em caso negativo, ainda preferia o Eduardo ali.

Outro ponto: Será que o Lúcio Flávio já merece começar um jogo no banco outra vez? Quando isso aconteceu, ele reapareceu voando em campo. Mas nos últimos jogos, hoje principalmente, ele terminou o jogo com o mesmo penteado no cabelo. Mas, mesmo achando que ele não foi bem, não cometo mais o erro de dizer que não tem lugar pra ele no nosso time, que cai muito de rendimento quando ele não está.

E, por fim, um outro ponto que me incomoda muito é o reserva do Jorge Henrique. Tentei fazer um esforço para aceitar o Gil, mas não dá. Ele não passa de um jogador pra entrar no segundo tempo, tentar uma outra variação tática e nada mais.

Talvez se o Zárate for o atacante do qual precisamos, podemos ver, em uma ocasião como a de hoje, o Wellington Paulista atuando como um atacante de movimentação, saindo mais pro jogo, como, aliás, ele já faz diversas vezes.

Esta seqüência de vitórias tem nos mostrado a forma como os times, inclusive os grandes, virão jogar com o Botafogo no Rio de Janeiro: acuado e jogando no contra ataque. Foi assim contra Palmeiras, Cruzeiro e o Vasco e vai ser assim contra todos.

Isso requer calma da torcida, que deve continuar apoiando o time sempre, e Ney Franco precisa continuar trabalhando muito a paciência da equipe, fazendo com que o time toque a bola, não afunile o jogo como fez hoje, e procure a hora certa de fazer o gol. E que, depois do gol feito e com vantagem no placar, não atue de forma displicente, porque o futebol não perdoa. É, de forma apaixonante, injusto.

O campeonato está emocionante e podemos voltar a subir posições na próxima rodada, já que Palmeiras joga fora, contra o Atlético/PR, e o Cruzeiro pega um osso duro de roer em casa, o Coritiba.

O empate foi amargo, mas temos muitos motivos para continuar com a cabeça levantada e de olho no horizonte.

Boa semana a todos e saudações positivamente botafoguenses!!!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

24/08/08

Traídos pela sorte e castigados pela covardia



Já estávamos ficando mal acostumados com vitórias atrás de vitórias, mas hoje o Botafogo foi abandonado por uma fiel escudeira dos últimos jogos: A sorte. Afinal, levar um gol de empate aos 44 minutos do segundo tempo é como perder a partida. Mas o 1 a 1 diante do covarde Vasco da Gama foi justo.

Sim, justo, pois o Botafogo fez o primeiro gol e simplesmente confiou na sorte, achando que seria apenas esperar o apito final do árbitro. Principalmente se considerarmos que o time cruzmaltino é muito fraco e que jogando bola (de forma séria), jamais sofreríamos com a limitada equipe de São Januário. Mas a soberba dos jogadores alvinegros fez com que deixássemos de matar a partida, e aí, quem não faz, leva.

Não é hora de metermos o pau. O trabalho do Ney Franco tem um saldo extremamente posivito e dependendo do ponto de vista, o empate (com gosto de derrota) pode servir para voltarmos à realidade. Pelo menos eu senti a revolta dos jogadores botafoguenses com o resultado. Isso me faz crer que haverá cobrança interna e que a seriedade e ambição voltarão no meio de semana contra o Atlético MG, pela Sul-Americana.

Os mesmos sete pontos nos separão do Grêmio. Poderiam ser apenas cinco. Aliás, até os 44 minutos estávamos com esta diferença e mais: Na vice-liderança do Brasileirão. O gol vascaíno fez com que o GLORIOSO perdesse uma posição na tabela. Apesar de tudo, ainda estamos no G4. Mas devemos atentar em dobro nos próximos jogos, pois se estamos à apenas dois pontos do segundo colocado, também temos os mesmos dois pontos para o oitavo. Ou seja, uma próxima derrota pode trazer consequências terríveis.

Ok, concordo: Não vamos pensar em derrota, até porque, este empate amargo servirá de lição e o Botafogo voltará a jogar bola e não depender exclusivamente da sorte diante do Náutico, no Engenhão. Antes, porém, o freguês mineiro, valendo classificação para a próxima fase da Sul-Americana.

Voltemos ao covarde Vasco...

Confesso: Esperei o torpedo do "bruxo", mas o Fabião esqueceu. Na mesma hora eu imaginei que ele não tinha imaginado resultado ou não queria me contar uma surpresa negativa.

Em compensação, o Gil me ligou do Maracanã e fez com que eu ficasse com bastante inveja, escutando os lindos cantos dos botafoguenses, que segundo o próprio Gil, eram um pouco mais numerosos no "Maior do Mundo".

Botafogo em campo e sem surpresas na escalação. Para melhorar, o Tita deixava o jogador mais chato deles (Madson) no banco. Parece que o treinador vascaíno queria colaborar conosco.

No primeiro ataque botafoguense (sem perigo), a minha primeira impressão: "Como o Jorge Henrique faz falta neste time".

Em todos os outros ataques - além de jogadas do meio de campo e até defensivas -, a mesma impressão, porém em tom de lamentação: "Meu Deus, o Jorge Henrique faz muita falta no time".

Um único chute a gol em 45 minutos. Este foi o primeiro tempo do Botafogo, que não conseguia armar uma só bola pelas laterais do campo, pecando pela precária movimentação dos atletas. Toda jogada era tentada com o Wellington Paulista, na intenção clara de cavar um pênalti similar ao da última quarta-feira, diante do Cruzeiro. O atacante brigava sozinho e sem ninguém para "conversar".

Enquanto a defesa não era pressionada (exceto por dois lances nas costas do Thiaguinho), Lúcio Flávio não pedia a bola e o Carlos Alberto fazia o contrário: Pedia, mas não a dividia com ninguém.

Pode parecer incrível e má vontade, meus amigos. Assim foi o primeiro tempo do Botafogo.

Voltamos com a mesma equipe do intervalo, mas com uma sensível mudança de atitude.

O GLORIOSO passou a usar as laterais do campo e os meias trocavam passes e revezavam com as investidas dos volantes. O problema continuava na frente, pois o Wellington saía da área para brigar com os adversários e ao mesmo tempo precisava estar lá dentro para meter a bola para dentro do gol, afinal, o Gil é uma completa nulidade.

O Vasco? Continuava da mesma forma: Atuando como o "Unimed FC", ou seja, como time pequeno. O empate estava mais do que suficiente e satisfatório, tamanha era a catimba e quantidade de faltas dos vascaínos. Um típico timinho, respeitando o Botafogo. Tudo bem, ordem natural das coisas.

Apesar de mais ligado, o Botafogo ainda não era 100% pressão. Até que o Carlos Alberto recebeu um lindo passe e bateu forte. No rebota do goleiro, o Wellington apareceu e colocou a redonda para dentro. Fogão - até então vice-líder - 1 a 0.

Ah, antes de continuar, pergunto: Será que a imprensa vai dizer que o "tabú" e/ou "jejum" do Wellington terminou?

E quando parecia que o Botafogo havia escancarado a porteira, um estranho apagão. Aliás, apagão, não. Aí entrou o excesso de confiança de que a partida estava liquidada e os três pontos garantidos.

De forma covarde, passamos a jogar como o Vasco: Recuados e abdicando do ataque. Isso porque faltavam trinta minutos e apesar do adversário ser horroroso, não custava terminar o clássico atuando com o mínimo de seriedade. Não foi o caso...

Os dois treinadores mudaram as suas equipes. Um tentando um golpe de sorte (Tita) e o outro com o que tinha à disposição no banco, porém, parecendo não se importar com o recuo absurdo (Ney Franco).

Não existe desculpa de que ficamos sem atacantes depois da saída do Wellington, Gil e Fábio. A esta hora o Vasco vinha para o nosso campo sem organização e deixando brechas para liquidarmos com eles nos contrataques. E neste momento ficou evidente o segundo erro grave: Individualismo de alguns jogadores. Principalmente o Carlos Alberto e Thiaguinho.

De forma alguma eu culparei o Carlos Alberto. Explico a razão: Eu concordo que dois lances poderiam ter outro final para o Botafogo, mas tento "entrar" na cabeça do atleta, mesmo que sendo impossível. Deve ser foda você estar pouco inspirado, mas sempre chamar a responsabilidade - sem receio - e ver que os companheiros não estão fazendo igual. Quando você cria toda a jogada, quer finalizá-la (corretamente) para valer o esforço.

Lógico que não estou absolvendo o apoiador. Apenas tentando entender dois ou três lances isolados...

Mas não podemos culpar apenas um ou outro. Com exceção de poucos (eu diria, Castillo, Túlio, Diguinho, Renato Silva e Wellington), o Botafogo não atuou bem e confiou exageradamente na sorte, que nos acompanhava a oito vitórias, mas que precisávamos saber que uma hora ela escolheria o outro lado. Foi isso que aconteceu...

Aos 44 minutos do segundo tempo, Triguinho disputou um lance com o atacante vascaíno. Como os árbitros são horríveis, obviamente a falta (que no meu entender, não houve) foi marcada próxima a linha da área alvinegra.

O Madson fez - em apenas uma cobrança - o que o Lúcio Flávio não conseguiu, em pelo menos seis faltas: Bater de forma direta, meia altura e perigosa. Empate do "bacalhau". Castigo merecido para os botafoguenses.

Aproveitando, será que ninguém do clube tem informações estatísticas sobre quantos gols ou jogadas perigosas o GLORIOSO perde por deixar o Lúcio Flávio cobrar tudo? Hoje ficou mais do que explícito: Seis lances para o Botafogo e nenhuma chance de gol. Uma só bola (idêntica às nossas) para o Vasco e gol deles.

Isso irrita!

O Botafogo só não é segundo colocado porque não quis. Confiou demais na sorte e isso inclui o Ney Franco, que poderia ao menos cobrar os jogadores a respeito do inexplicável recuo.

Que nos sirva de lição, pois ainda não ganhamos nada. Como eu disse no início do texto, acredito que estávamos ficando mal acostumados e este empate amargo pode servir para acordarmos, pois sorte é bom, mas nem sempre está só do nosso lado. Se esperarmos apenas por ela, podemos nos decepcionar.

Não tem como dormir satisfeito.

É claro, não foi derrota. O problema é o gosto deste empate...

Espero que seja bastante conversado entre todos a partir de amanhã, afinal, temos decisão no meio de semana. Apesar da vantagem de dois gols, o Botafogo enfrentará o Atlético no Mineirão, onde nunca é fácil.

Temos time para vencer lá em Belo Horizonte. Aliás, venceremos. Agora, esta confiança precisa ser mais controlada e entendida pelos jogadores, de que em campo, ela deve ser esquecida por noventa minutos. Mesmo que o adversário esteja se arrastando, ele precisa ser "finalizado". Caso contrário, ele espera você virar as costas e dá um "tiro de misericórdia"...

Lembrou alguma coisa?

Pois é! Ficamos com pena do Vasco e fomos apunhalados no instante final.

Vivendo e aprendendo...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 1 X 1 VASCO

1- Castillo: Não fez defesa durante todo o jogo. Sem culpa no gol - 6,5

2- Thiaguinho: Bom do desarme. Confuso no ataque - 6,0

3- Renato Silva: Ganhou todas as bolas que esteve envolvido - 7,5

4- André Luis: Pareceu sonolento e disperso - 5,5

5- Túlio: Um dos poucos que atuou de forma séria durante todo o jogo - 7,0

6- Triguinho: Não achei falta no lance do gol vascaíno. De qualquer forma, precisa controlar os seus impulsos defensivos - 6,0

7- Gil: "Ah, é Jorge Henrique..."!!! - 4,5

8- Diguinho: Jogou sério, mas não esteve no seu melhor dia - 6,5

9- Wellington Paulista: Não pode ser cobrado mais do que o normal, pois ele precisa receber, dominar, driblar, cruzar e finalizar...sozinho! Ainda fez o gol - 7,0

10- Lúcio Flávio: Irritou com três tiradas de pé em divididas - 5,5

11- Carlos Alberto: Nota 8 pela vontade e não omissão. Nota 4 pelo excesso, quando poderia ser mais companheiro. Na média... - 6,0

12- Fábio: Entrou e logo se machucou - Sem nota

13- Lucas Silva: Minutos em campo sem ser notado. A não ser por uma cabeçada por cima do gol - Sem nota

14- Zé Carlos: Era para fechar o lado esquerdo alvinegro. O gol vascaíno saiu justamente por lá... - 5,5

Ney Franco: Fez o que pôde com o banco que tinha, mas estranhamente pareceu não se incomodar com o recuo do time. As vezes ele parece que confia demais na própria sorte - 6,5

Celular ligado



Como eu escrevi em um post na última quinta-feira, quarenta minutos antes da partida contra o Cruzeiro começar (na quarta), o Fábio me enviou um torpedo dizendo que algo lhe dizia que venceríamos com um gol de falta do Lúcio Flávio.

Tiro e queda!

O resultado final foi 1 a 0, com gol de pênalti (que não deixa de ser uma falta) do "maestro". A partir de então, passei a acreditar que o amigo é um "bruxo", e como todo botafoguense é supersticioso, já pedi para ele enviar um torpedo antes do clássico diante do Vasco começar.

Não se substitui em time que está ganhando. Portanto, Fabião, tranquilize os amigos do Cantinho Botafoguense, companheiro! (risos)

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Rumo ao G2



O Maracanã vai explodir às 18h, quando Botafogo e Vasco entrarem no gramado e saudarem as suas respectivas torcidas.

De um lado, o GLORIOSO, terceiro colocado e que, dependendo de uma vitória (e derrota do Cruzeiro), pode terminar a rodada na vice-liderança do Brasileirão. Algo que o mais otimista dos botafoguenses jamais imaginaria se perguntado algumas semanas atrás.

Do outro, um time limitado tecnicamente, mas que vem de uma sequência de três vitórias seguidas (duas pelo nacional e uma na Sul-Americana). Os vascaínos certamente sentem que o momento pode ser de recuperação e também prometem lotar o seu lado da arquibancada.

Clássico é clássico, mas existe favorito sim. E não podemos nos enganar. O Botafogo tem mais time e atravessa uma fase maravilhosa. Além disso, briga diretamente pelo título e esta diferença tem que ser sentida em campo, com muita luta, cooperação, empenho e vibração.

Se estivermos atentos e com os principais jogadores em uma boa noite, eu não tenho dúvida de que venceremos. Como também acredito que o Cruzeiro não passará pelo Santos e o Grêmio colecionará a sua segunda derrota consecutiva, diante do Náutico. Aó, amigos, será G2 na cabeça e apenas quatro pontos atrás dos gaúchos. Ou seja, Brasileirão em aberto.

Vamos para cima deles, Fogão! O final de semana alvinegro tem tudo para terminar melhor do que o passado.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

23/08/08

Show "botafoguense" no Japão



O goleiro Castillo está confirmado no gol botafoguense para o clássico de amanhã, contra o Vasco da Gama.

A volta do Castillo é algo natural, pois o Ney Franco sempre disse que o uruguaio é o titular da posição, apesar das excelentes partidas do Renan. Como vocês sabem, eu compartilho desta opinião.

Enquanto o Botafogo vencia o Cruzeiro no Rio de Janeiro, Castillo disputava um amistoso com a Seleção Uruguaia no Japão, contra os donos da casa.

Os sul-americanos venceram por 3 a 1 e o goleiro alvinegro foi muito elogiado pela crônica esportiva do seu país.

Aliás, se vc quiser conferir os gols de Japão 1 x 3 Uruguai, basta clicar no link: http://www.youtube.com/watch?v=PAt4h4zc4dI

Preste bastante atenção no terceiro gol uruguaio. Ele começou com uma defesa e lançamento...
...do Castillo!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Qual a intenção, Lancenet?



Amigos, algumas pessoas me disseram que exagero demais quando digo que existe uma "imprensa parcial", louca para tumultuar o ambiente alvinegro. Segundo elas, a imprensa esportiva é a mesma para todos...

Eu concordo e discordo (se for possível)!

Concordo que são as mesmas pessoas, mas discordo, porque entre elas, algumas são mal intencionadas em relação ao Botafogo, e por mais que tentem negar, não convencem.

Só para dar um exemplo, copiarei abaixo uma notícia de hoje no Lancenet:

"Jonílson diz que não guarda mágoas do Botafogo".

Peraí, todo mundo sabe o motivo e a forma como este crápula saiu de General Severiano. Como assim ele não guarda mágoas do Botafogo? O que o GLORIOSO fez com este merda? Até onde eu sei, esse mau caráter saiu por influência do outro bandido (PCG) e falando uma porção de besteiras, que ele mesmo reconheceu depois.

Se o Lancenet queria fazer uma matéria com o atual volante vascaíno, que fizesse. Agora, sem tentar passar a impressão de que o Botafogo prejudicou e/ou não foi profissional com o rapaz, pois o que aconteceu foi justamente o contrário.

E para o Jonilson, eu só digo uma coisa: "Vai a merda"!!!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Gil: Hora de queimar a minha língua



Depois de muito "lenga-lenga", "idas e vindas" e uma interminável burocracia, parece que a novela Zárate finalmente chegou ao final feliz para o atleta e o Botafogo.

O atacante foi regularizado e tem a sua estréia confirmada para o próximo final de semana, diante do Náutico, no Engenhão. Agora o Zárate tem mais sete dias para se preparar fisicamente.

Enquanto isso, o técnico Ney Franco confirmou o substituto do Jorge Henrique (suspenso) no clássico contra o Vasco, amanhã, no Maracanã: Gil terá outra oportunidade para mostrar o que a torcida esperava - quando foi anunciado - e ainda não viu.

Eu não gosto do Carlos Alberto jogando no ataque e de costas para a zaga adversária. Já comentei sobre isso, mas também não gosto do futebol do Gil. Aliás, também deixei explícito neste Cantinho Botafoguense, desde que o canhoto assinou com o GLORIOSO.

Com a suspensão do "motorzinho", eu pensei muito e cheguei a uma conclusão: Se eu fosse técnico do Botafogo, teria que fazer uma escolha, entre duas que não me satisfazem. Assim, que fosse a "menos desagradável". E nesta situação, o meu time titular começaria com o Carlos Alberto no ataque ao lado do Wellington Paulista e o Zé Carlos fazendo dupla com o Lúcio Flávio.

Colocar o Carlos Alberto no ataque é perder talento? Concordo. Mas o Gil não tem acrescentado muita coisa também. Então que ele fique como uma arma secreta para o segundo tempo e/ou qualquer necessidade.

De qualquer forma, deixo claro que não estou torcendo contra o Gil, até porque, seria torcer contra o Botafogo. E isso, nunca! A questão é meramente gosto por este ou aquele jogador, mas independente do ponteiro não me encher os olhos, terá - obviamente - a minha inteira e irrestrita torcida.

Tomara que o domingo esteja reservado para a "estréia" do Gil com a camisa do Botafogo, pois até agora ele não me convenceu.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

22/08/08

Enquanto isso, em Zurique...



A FIFA esqueceu ou a "múmia" (João Havelange) mexeu os "pauzinhos" no caso do dopping do ex-atacante do Botafogo, Dodô?

O coitado do Rodrigo Souto (Santos) teve um problema neste ano, que inclusive já chegou na entidade máxima do futebol, mas o "café" do Dodô - que tem mais de um ano - ainda não teve um capítulo final.

Estranho, né?

Realmente a "múmia" continua mandando e desmandando na FIFA.

Imaginemos que não tivesse acontecido nenhum problema entre o atacante, torcida e dirigentes alvinegros. Será que o Dodô já teria sido julgado se ainda estivesse no Botafogo? Ou o fato do eterno presidente da FIFA torcer pelo "Unimed FC" tem alguma influência nesta demora?

Se eu quero que a carreira do Dodô seja marcada por este caso? Não, amigos. Eu quero que ela termine precocemente (com uma baita suspensão) depois deste imbróglio.

Maldade pouca é bobagem!

Só espero que o "Cara lá de cima" não me julgue e entenda que o desabafo é meramente passional. De um torcedor - agora adversário - que ainda não engoliu a trairagem do atacante para com aqueles que o idolatravam...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!