10/10/08

Zárate: Garra tipicamente argentina



Logo que chegou no Rio de Janeiro, o atacante Leandro Zárate deixou bem claro que a sua principal característica é a força física e o faro de artilheiro. A habilidade? Não é muito a sua "praia", obrigado!

Lançado (completamente fora de forma) precipitadamente pelo técnico Ney Franco, o argentino teve uma atuação desastrosa nos minutos que esteve em campo diante do Náutico.

Choveram críticas ao atleta. Algumas, obviamente, justíssimas. Mas houve aqueles que já pediram pela sua volta à Argentina, etc...

Ontem, conversando com o Fábio, eu falei: "Cara, que boa partida do Bolota, né?".

Fico feliz por ele, pois eu tenho um carinho especial por jogadores argentinos e confesso, torci bastante pelo Zárate. Além disso, também fiquei aliviado, já que critiquei, mas não execrei o pobre rapaz, que se chegou obeso em General Severiano, a culpa deveria ser dividida entre o próprio e o departamento de futebol do Botafogo, que demorou quase três meses para "praticamente nada".

O problema que o fardo foi carregado sozinho pelo Zárate.

Alguns quilos mais magro (ainda visivelmente "fortinho"), o argentino recebeu a segunda oportunidade no final de semana passada contra o Grêmio.

Lutou durante todo o segundo tempo e deixou uma "esperança no ar" para os alvinegros...

Ontem, a luta do hermano foi a mesma, porém, com uma diferença: Atuou os 90 minutos e pelo menos para mim, mostrou um arranque surpreendente para um rapaz do seu tamanho, muita disposição e coragem para pedir todas as bolas quando o GLORIOSO estava no ataque.

Amigos, acho que o Zárate dará caldo.

Torço por isso! Principalmente depois da comemoração do seu primeiro gol: Com raiva, euforia e muitos "quilos" (de tensão) a menos nas costas.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

09/10/08

Vitória com três capítulos especiais



O Botafogo derrotou o Vitória por 3 a 1, chegou aos 46 pontos na tabela de classificação e continua vivo na briga pelo G4 do Brasileirão.

A equipe baiana dominou completamente a partida até os 30 minutos do primeiro tempo. Eu duvido que o botafoguense acreditasse na virada alvinegra, tamanha era a desorganização do time comandado pelo Ney Franco. Até que a expulsão do zagueiro adversário mudou totalmente o panorama do jogo...

Antes da breve análise da partida, explico o título do post.

Pensando bem, acho que nem precisa de explicação, afinal, os três gols do Botafogo tiveram "temperos" diferenciados.

O primeiro, marcado pelo argentino Zárate, enfim, titular da equipe.

Carinhosamente chamado de "Bolota" aqui no Cantinho Botafoguense, o Zárate foi - em minha opinião - o maior destaque do time, impressionando pela velocidade, dedicação e agilidade para quem tem todo o seu "corpanzil".

Gol de quem vive na área. Gol de camisa 9 (apesar de ter atuado com a 7). Gol de centroavante nato. Curiosamente a nossa maior carência atualmente.

O segundo momento da noite foi o lindo gol do Lúcio Flávio, em um toque de raro talento.

Não é novidade (e nunca dissemos o contrário) que o "maestro" sabe jogar bola. O problema é que nem sempre ele está disposto. Ultimamente andava muito sumido e o banco de reservas continua sendo necessário para que o Lúcio volte a render o que dele esperamos.

De qualquer forma, a hora escolhida para "brotar" foi fundamental, pois estava decretada a virada alvinegra.

Por fim, o mais impressionante fato da noite: Escanteio para o Botafogo; Lúcio Flávio cobra e...
...gol de cabeça! André Luis, premiado pelo excelente segundo tempo.

Faz tanto tempo, que eu nem lembro quando havia sido a última vez que o capitão botafoguense cobrou um escanteio/falta que resultou em gol de cabeça do GLORIOSO. Bom, ele veio na hora certa e contra um adversário que briga diretamente por uma das vagas no G4.

Enfim, três lances curiosos que permitiram o reencontro do Botafogo com a Vitória no Brasileirão.

Voltando rapidamente à partida...

Depois que o Vitória abriu o placar (com toda a justiça), pensei: "É, desse jeito, o empate será - outra vez - bem vindo".

O Botafogo era dominado por inteiro, não tinha meio de campo e o ataque batia cabeça, já que o Wellington Paulista não entendeu que ele exerceria a função de segundo atacante. Assim, dividia espaço com o Zárate, que se movimentava mais do que o companheiro.

Tanto é que, com o marcador ainda zerado, o argentino fez uma jogada de ponta e cruzou para a área. O Wellington tentou um gol de efeito e a bola saiu para a linha de fundo.

A rigor, foi tudo que criamos até a expulsão do zagueiro do Vitória. Aí sim, o time aproveitou o descontrole emocional dos baianos e partiu para cima (com o Gil substituindo o Alessandro).

Túlio foi deslocado para a ala direita e mostrou para os laterais de ofício como se cruza uma bola na área. Resultado: Gol do Zárate que saiu comemorando feito um louco (eu confesso que também gritei demais).

Mesmo com a igualdade no placar, o Vitória continuava melhor no primeiro tempo. Nem parecia com um jogador a menos, pois aproveitava o "bate cabeça" generalizado da defesa alvinegra: Renan não falava com o Renato Silva, que não entendia o André Luis, que não dava atenção pro Triguinho, etc...

Era hora da segunda etapa. Era a hora do Botafogo provar para os 6 mil alvinegros no Engenhão (e milhões pelo mundo afora) que o time quer manter a chama acesa no campeonato.

Apesar do Vitória ter recuado de forma absurda, o GLORIOSO não tinha um padrão de jogo definido. O "abafa" era instintivo e geralmente não resultava em perigo ao Viáfara.

De repente (ainda não sei o motivo) o Ney Franco resolve tirar a nulidade chamada Gil e colocar o Zé Carlos (vulgarmente conhecido como Zé Cansado). Neste momento eu soltei mais uma palavra de baixo calão, já que tínhamos um atleta em campo, precisávamos da vitória e por mais que seja horrível, o Gil é atacante, enquanto o Zé, meio campista.

Graças a Deus, a "velha companheira" (sorte) do Ney Franco deu as caras.

Depois de uma leve pressão na área do Vitória, a bola sobrou na entrada da área para o Lúcio Flávio...

Eu gritei: "Chuta! Chuta!", mas o Lúcio esperava a bola cair lentamente, enquanto os marcadores chegavam para o bote...
...tudo calculado: Um lindo gol por cobertura, medido com precisão e calculando a força do vento e todas as suas variáveis.

Era festa! Há quanto tempo o Botafogo não virava uma partida?

Seis minutos depois, escanteio para o alvinegro.

De novo, falei: "Lá vem o Lúcio com aquelas suas bolinhas...".

Cruzamento na cabeça do André Luis e bola no ângulo do gol adversário. Era o terceiro do GLORIOSO, que finalmente confirmava os três pontos.

A torcida parecia não acreditar que a sorte voltou a sorrir para o Botafogo, e os gritos de "olé" foram o auge da noite, que teve três gols, que classifico como "especiais".

É claro que sendo o Botafogo, precisaríamos passar por um susto até o final da partida. Apesar de ter sido um mero torcedor no segundo tempo, o Renan provou o seu valor e salvou um "tiro" do atacante baiano.

Agora sim! Vitória, meus amigos! Três pontos, meus amigos! Ufa, meus amigos!

A situação continua difícil? Bastante. Até porque, os resultados da rodada foram todos desfavoráveis. De qualquer forma, fizemos a nossa parte. E foi importante, pois nem isso andávamos fazendo ultimamente.

Próxima escala: Argentina.

Um empate contra o Estudiantes pode ser considerado bom resultado, mas as voltas do Carlos Alberto e Jorge Henrique permitem que eu fique um pouco mais empolgado, pois os dois (principalmente o meio campista) mostraram a falta que fazem ao time.

Ah, e se der tempo (e a diretoria deixar de incompetência), façamos de tudo para inscrever o Zárate na Sul-Americana. Ele é fundamental e mesmo sem ser um gênio, já apagou a péssima impressão deixada na sua estréia, diante do Náutico.

Eu diria que depois do Grêmio e Vitória, o saldo do Zárate é positivo e a titularidade torna-se obrigatória.

Vamos pra cima dos hermanos, Fogão!

OBS: Em tempo, os amigos me alertaram para a empolgação após a vitória de ontem. Esqueci completamente que antes do Estudiantes, enfrentaremos o Santos no próximo dia 18/10, ainda pelo Brasileirão.

Portanto, peço desculpas pela "falha técnica".

Um peixinho frito no outro final de semana e depois sim, "pra cima dos hermanos"!


SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

NOTAS: BOTAFOGO 3 X 1 VITÓRIA

1- Renan: Não foi falha, mas acho que o Renan poderia ter saído mais decidido no gol do Vitória. No resto, esteve bem quando foi exigido - 6,5

2- Alessandro: Horrível até sair com dores na coxa - 4,5

3- Renato Silva: Será que o Biruta é o mascote alvinegro ou o zagueiro? 5,5

4- André Luis: Segundo tempo perfeito e coroado com gol - 7,0

5- Túlio: Arrumou o time quando passou para a ala direita - 6,5

6- Triguinho: Ruim na marcação. Péssimo no apoio - 4,0

7- Zárate: Gol, movimentação, vontade e dedicação. A torcida aprovou - 7,0

8- Diguinho: Depois que o Túlio passou para a ala, ficou sobrecarregado no meio de campo, o que resultou em vários passes errados. De qualquer forma, é o pulmão da equipe - 7,0

9- Wellington Paulista: Sentiu a mudança de posição e apesar da luta, não esteve bem - 5,0

10- Lúcio Flávio: Estava mal até o momento do seu gol. Ainda cobrou um escanteio correto (milagre). Precisa ser mais regular - 6,0

11- Leandro Guerreiro: Cresceu na segunda etapa, mas continua longe do Leandro de 2007 - 6,0

12- Gil: Pouco tempo em campo. Suficiente para encerar o lado esquerdo - 5,0

13- Zé Carlos: Se não comprometeu, também não fez nada que tenha acrescentado - 5,0

14- Luciano Almeida: Menos de cinco minutos... - Sem nota

Ney Franco: Intriga o fato de só utilizar as mesmas peças. Nunca pensa em mesclar jogadores e esquemas. É previsível e conta exclusivamente com a sorte - 5,5

09 de julho de 2008: Tristeza e alívio



Os otimistas sempre dizem que tudo tem o seu lado bom, por pior que seja e/ou esteja.

Eu nunca fui partidário de tal afirmação. Reconheço que não sou muito otimista, mas mesmo assim, passo longe do pessimismo.

De repente - refletindo sobre a campanha do Botafogo neste Brasileirão -, cheguei a uma conclusão: Os otimistas estão certos.

Tudo bem que perder uma partida é ruim. Se for de goleada, pior ainda. E se além disso, a goleada for para um time inexpressivo como, por exemplo, o Vitória/BA, é o fundo do poço...

O grande vexame botafoguense neste campeonato foi aquela goleada de 5 a 2 no primeiro turno.

Mas calma aí, amigos...
...vamos pensar pelo lado positivo da coisa (se é que existe): Aquele jogo foi determinante para a saída do Geninho.

Se o antigo treinador(?) continuasse, hoje poderíamos ter menos de 43 pontos na tabela de classificação.

De qualquer forma - e graças a Deus, sem o Geninho -, vamos devolver a goleada nesta noite.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Seria simples...se fosse em outro time



Palavras do Lúcio Flávio, explicando sobre a entrada do Zárate no ataque botafoguense:

"- Muda a característica, Zárate trabalha mais de pivô. Ganhamos em força, em bola aérea. O apoio dos laterais será fundamental para podermos aproveitar essas características dele".

Teoricamente, ganhamos em fundamentos (pivô e jogadas aéreas) que são fracos no nosso time. Mas a teoria passa muito longe da prática e desta forma eu atento para dois pontos mencionados pelo Lúcio:

1- "Ganhamos em bola aérea" => Só precisamos combinar com os zagueiros e goleiros adversários, pois estas jogadas do Botafogo são - quase sempre - inofensivas;

2- "O apoio dos laterais será fundamental para podermos aproveitar essas características dele" => Só falta o Alessandro e o Triguinho aprenderem a levantar bolas na área.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Sem revanche



Perguntados a respeito de um possível clima de vingança contra os 5 a 2 levados no primeiro turno diante do Vitória (adversário de hoje a noite), os jogadores do Botafogo afirmaram que entrarão em campo sem esta preocupação.

Eu diria que sim, o sentimento (não o clima) deveria ser de revanche, ou seja, o adversário deveria estar entalado na garganta. Mas depois deste mesmo "oba-oba" que foi o jogo contra o Náutico (e o consequente resultado inesperado), é melhor que os atletas alvinegros nem lembrem da goleada sofrida para os baianos.

Até porque, a vitória é essencial para voltarmos ao pelotão de cima na tabela.

O Vitória está na nossa frente e esta quinta-feira reservou uma partida de seis pontos. E mesmo sem duas peças vitais (Carlos Alberto e Jorge Henrique), temos time para vencer.

Aliás, venceremos!

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

08/10/08

Tranquilidade no ataque. Receio no meio de campo



Apesar do Carlos Alberto ter treinado nesta quarta-feira, o Ney Franco já confirmou que o atacante não atuará amanhã, diante do Vitória.

Segundo o treinador botafoguense, os dois dias que ficou ausente - devido a uma virose - prejudicaram o condicionamento físico do jogador, que será preparado para a partida contra o Santos.

Com as ausências do Carlos Alberto e Jorge Henrique, o Botafogo terá uma nova dupla de ataque na quinta-feira: Wellington Paulista e Zárate, que enfim, iniciará entre os titulares.

Estou confiante em uma boa partida dos dois.

O Zárate ainda está fora de forma, mas o seu desempenho contra o Grêmio surpreendeu positivamente e mostrou algumas virtudes. Já o Wellington, finalmente jogará na sua real posição: Segundo atacante, atuando de frente para os marcadores e utilizando os flancos.

Se estou curioso com o ataque botafoguense, fico receoso em relação aos criadores das jogadas, afinal, a fase do Lúcio Flávio é péssima e se não bastasse, as chances do Ney Franco escalar o Zé Carlos ao lado do "maestro" são maiores do que podemos imaginar...

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

A vida ensina, Renan. Basta ter paciência e humildade...



"- Todo jogo eu penso que é o ideal para eu ter uma grande atuação e ganhar definitivamente a vaga. Não sei o que falta para eu ser titular. Dependo apenas da vontade do treinador".

"- Eu me considero um deles (melhores goleiros do Brasil), mas vejo o Rogério Ceni, o Fábio e o próprio Castillo se destacando".

Autoconfiança é importantíssimo para que uma pessoa tenha sucesso na sua vida pessoal e profissional. O problema é saber dosar o sentimento e não confundir com auto-suficiência.

As frases acima são do Renan.

O garoto apareceu este ano para o futebol nacional e de cara ganhou a confiança e respeito dos torcedores alvinegros. Méritos do próprio Renan, que em todas as vezes que foi "chamado", correspondeu ao esperado e mostrou muita maturidade para quem tem 19 anos de idade.

Todo mundo que frequenta General Severiano diz que o Renan é extremamente humilde e grato ao Botafogo. Por isso, custo a acreditar que ele tenha colocado o Ney Franco "em cheque" com a torcida botafoguense, dizendo que não entende o fato de ser reserva do Castillo.

Não entro no mérito de quem é melhor: Castillo ou Renan (eu prefiro o atual titular, pela sua experiência, inteligência e liderança). Mas a diferença de quem está pronto (Castillo) e de quem precisa "aprender" um pouco mais com a vida (Renan), está claro e evidente nas declarações do goleiro reserva do GLORIOSO.

Reparem que desde a chegada do uruguaio, ele nunca comentou sobre ser "bom" ou "ruim". Sobre ser "titular" ou "reserva". Sobre "este" ou "aquele" profissional.

A vida ensinou que tudo tem a sua hora e o jeito certo para acontecer. E o Castillo tem maturidade suficiente para administrar o seu dia a dia no Botafogo, mesmo não sendo unanimidade entre os adeptos.

Já o Renan, precisa lembrar que até sete meses atrás, ele não fazia idéia de que estaria defendendo os profissionais do Botafogo em 2008.

Ele também não imaginava que o seu trabalho seria reconhecido tão rapidamente. Portanto, para evitar que um "erro" resulte em uma "queda", ele precisa aprender a administrar toda esta mudança na sua vida, para aí sim, começar a falar com mais propriedade e sem que soe forçado.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Qual é a sua opinião?



Acredito que este post será polêmico...

Amigos, consideremos que os nossos rivais, "Bacalhoada" e "Terceirona" caiam - juntos - para a segunda divisão (as chances são grandes).

Com as receitas menores, será bem difícil que eles mantenham os seus principais jogadores no elenco. O Vasco está falido e precisará fazer caixa. Enquanto isso, o "patrocinador/dono" do tricolor já começou a fazer pressão, ameaçando inclusive, o término da parceria.

Neste caso, o que vocês acham do Botafogo "cogitar" a hipótese de sondar alguns jogadores dos dois adversários? Serei mais preciso: Leandro Amaral e Conca!

Eu fui um dos primeiros a alegar que não aceitaria o atacante vascaíno nem de graça (depois que ele escolheu atuar no "Unimed FC"), mas hoje eu paro, analiso e chego a conclusão de que o Leandro é voluntarioso e não faz corpo mole. Sem contar que o Botafogo não tem um atacante do seu nível (em minha opinião).

No caso do argentino, o GLORIOSO chegou a especular o seu nome no início do ano e eu sempre achei que seria um ótimo negócio. Gosto muito do Conca.

E aí, meus amigos: Vale a pena ou não?

Se eu fosse dirigente do Botafogo, partiria pra cima (sem me preocupar com ética, afinal, esta palavra não significa nada no futebol brasileiro).

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!

Puxa a fila e vaza, Eduardo!



Dias atrás eu escrevi que acho o Eduardo um jovem talentoso e que se não abrisse os olhos (e colocasse a cabeça no lugar), poderia colocar uma bela carreira em risco...

Pois é, pelo visto o baiano realmente decidiu qual o caminho pretende seguir: O dos "jogadores problemáticos".

O problema é que raríssimos são os casos de sucesso nesta "trilha". Por mais fora de série que o atleta seja com as bolas nos pés. E convenhamos, essa também não é o caso do Eduardo.

No treinamento de ontem, o zagueiro/lateral ficou irritado (por algum motivo), isolou a bola, atirou a camisa no chão e abandonou a atividade.

Como punição, a diretoria botafoguense determinou que o Eduardo treine em separado do grupo até o final da temporada.

Ah, eu tenho uma opinião/sugestão contrária: O Eduardo não tem um ano de Botafogo e irritou mais do que agradou. Portanto, acho um desperdício (de dinheiro e paciência) ficarmos esperando o "belo adormecido" despertar para a vida...

Coloquem este rapaz à venda e que o GLORIOSO seja feliz sem essa "mala" em General Severiano.

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS!!!